Gabriel Bortoleto é a esperança do Brasil na Fórmula 1Reprodução / Instagram
"Não acho que tenhamos perdido a magia do esporte. Ainda estamos pilotando muito rápido na copse [uma das curvas do circuito de Silverstone]: são 280 km/h. Então, ainda estou tirando o pé do acelerador para fazer a curva. Não é tão fácil assim manter a velocidade máxima."
O piloto da Audi lembrou que a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) planeja fazer ajustes para reduzir os problemas de gerenciamento de energia nas próximas temporadas e reconheceu a diferença dos carros com as regras anteriores.
No entanto, ele sugeriu que as críticas frequentes nos boxes deveriam dar lugar à aceitação de uma nova realidade. Segundo o brasileiro, é o momento de entender que o atual regulamento não é temporário e vai permanecer vigente até o final de 2030.
"Se ainda há pessoas reclamando, basta virar a página. Esses são os regulamentos que temos até 2030. E, então, em 2031, quando passarmos para as novas regras, conversaremos sobre isso novamente. Não podemos passar três anos falando sempre do novo problema. Os carros ainda são divertidos de pilotar. É diferente, precisamos nos adaptar, mas assim é a vida", comentou.
Bortoleto finalizou o GP da Inglaterra em oitavo lugar, voltou a pontuar e encerrou um jejum que durava desde o GP da Austrália, corrida de abertura da temporada 2026. Ele figura agora na 14ª posição Da classificação e contabiliza seis pontos. Nico Hülkenberg, seu companheiro de equipe, está zerado na tabela. Kimi Antonelli, da Mercedes, ostenta 179 pontos em primeiro lugar.
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