Gianni Infantino, atual presidente da FifaAFP
Por sua vez, a FAW, do País de Gales, criticou Infantino por "não colocar os interesses do futebol em primeiro lugar", o que, segundo a federação galesa, foi uma falha inaceitável do cartola ítalo-suíço.
"As recentes falhas na boa governança, nos processos, na liderança, nos valores, na gestão das partes interessadas, na comunicação e no bom senso nos levaram a uma situação em que o Sr. Infantino perdeu a confiança da FAW para permanecer no comando do futebol mundial", diz comunicado.
A proposta previa a venda de 20% a 30% do novo braço comercial a investidores privados. Para convencer o colégio eleitoral do futebol mundial, a Fifa havia estruturado um plano inicial de repasses às 211 federações nacionais filiadas, em programa denominado Fifa Fast-Forward (FFFP). Para financiar esta primeira fase, a FFE pretendia captar US$ 4,2 bilhões (R$ 21,5 bilhões) no mercado.
Liderada pela Uefa, federações ao redor do mundo demonstraram preocupação quanto ao processo e falta de transparência na condução da proposta. Em nota oficial, a entidade europeia pediu a preservação de documentos relacionados à proposta e diz que estuda entrar com medidas legais contra a Fifa.
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.