Gabriel Jesus não marcou nenhum gol na Copa do Mundo 2018Emmanuel Dunand / AFP
Após as grandes atuações na Copa de 2002, Ronaldo permaneceu como titular da Seleção comandada por Parreira em 2006. No entanto, o Fenômeno não conseguiu repetir o seu desempenho e marcou apenas três gols no torneio: dois na vitória por 4 a 1 sobre o Japão, na fase de grupos, e um no jogo contra Gana, nas oitavas de final, que terminou em 3 a 0.
Quatro anos depois, coube a Luis Fabiano, que na época jogava pelo Sevilla-ESP, a responsabilidade de herdar a camisa 9. O jogador repetiu a marca de Ronaldo no Mundial anterior e também fez três gols: dois contra a Costa do Marfim e um contra o Chile, também na fase de grupos e oitavas, respectivamente.
Na Copa do Mundo 2014, sediada no Brasil, Fred, na época do Fluminense, foi o centroavante. Ele marcou apenas um gol no torneio, na vitória por 4 a 1 sobre o Camarões.
Depois disso, em 2018, Gabriel Jesus atingiu a marca negativa de passar em branco por todo o torneio, tornando-se o centroavante titular com pior desempenho da Seleção no campeonato, igualando Alcindo, em 1966, e Mirandinha, em 1974.
Já em 2022, na Copa do Catar, Richarlison foi o camisa 9. Logo na estreia, ele marcou dois gols na vitória por 2 a 0 contra a Sérvia e deixou o dele na goleada por 4 a 1 contra a Coreia do Sul nas oitavas de final, totalizando três gols na competição.






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