Terreno do Gasômetro foi desapropriado pela Prefeitura do Rio de Janeiro no último mês de junhoReprodução / Internet
Ao fim de seu mandato, Landim parece ter mudado de opinião. Tanto que sacrificou boa parte das finanças do clube para comprar o terreno do Gasômetro, em São Cristóvão.
Agora, após 2 anos desde a aquisição do terreno, pouca coisa andou para preparar o terreno para a construção do estádio. Atual presidente do clube, BAP não parece ter pressa para iniciar as obras.
"Temos um terreno que a administração anterior adquiriu e a concessão do Maracanã por 19 anos. A administração anterior tinha o Maracanã e, sob sua gestão, gerava uma margem de 30% por partida. Com a nossa gestão, as receitas do Maracanã dobraram e nossa margem passou de 3% para 72%. O Maracanã é meu por 19 anos. Tenho 19 anos para esperar e ver se preciso construir um estádio ou não. Já tenho um estádio próprio para duas décadas, porque tenho a concessão do Maracanã. Não vamos abrir mão dele. Imagine agora: se o novo estádio não tiver um modelo de negócio que gere ao Flamengo muito mais dinheiro do que o Maracanã gera hoje, sem que ele invista nada, por que eu iria construí-lo?" disse Luiz Eduardo Baptista, o Bap.
Em campo, após a conquista dos primeiros três pontos no Brasileirão, superando o Vitória em Salvador por 2 a 1, o Flamengo se prepara para o compromisso contra o Botafogo neste domingo (15) pelo Campeonato Carioca.
O Mengão só voltará a campo pelo Brasileirão no dia 11 de março contra o Cruzeiro. Antes, porém, a equipe do técnico Filipe Luis terá, além de Botafogo, dois jogos contra o Lanús pela Recopa Sul-Americana.




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