Pedro comemora gol marcado pelo Flamengo sobre o Cruzeiro, no MineirãoAdriano Fontes / Flamengo
Primeiro, o encontro será em Quito, no Estádio Banco Guayaquil, nos dias 8 ou 9 de setembro, às 21h30. Depois, a caravana desce a montanha e chega ao Maracanã, onde o jogo da volta está marcado para 15 ou 16 de setembro, também às 21h30.
E há uma curiosidade deliciosa nesse histórico: os dois clubes já se enfrentaram em Libertadores e também na Recopa Sul-Americana. Em 2020, houve goleada para cá, goleada para lá, empate e até decisão nos pênaltis. Em 2023, o Del Valle levou a melhor no primeiro encontro da Recopa, mas o Flamengo devolveu a gentileza no Maracanã e levantou a taça.
O Flamengo chega às quartas com a obrigação de ser Flamengo: jogar com coragem, inteligência e aquela dose saudável de irreverência que costuma fazer a bola parecer mais redonda quando veste vermelho e preto.
Quito será o primeiro palco. O Maracanã, o segundo. Entre uma cidade e outra, estarão 180 minutos de futebol, tensão, esperança e, provavelmente, alguns milhares de torcedores prometendo que desta vez vão assistir ao jogo sentados — promessa que o primeiro escanteio costuma mandar para o espaço.
A América está no caminho.
E quando a América aparece no caminho do Flamengo, o melhor é caminhar de peito aberto.
Porque Libertadores não se joga apenas com os pés. Joga-se com memória, alma, coragem e fé.
É raça, é fé, é Flamengo. Vamos, Mengão!



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