Rodolfo Landim, atual presidente do FlamengoThiago Ribeiro / AGIF

Rio - O Conselho de Grandes Beneméritos do Flamengo, em reunião na noite da última segunda-feira (28), na sede da Gávea, Zona Sul do Rio, para votar pela concessão de títulos honoríficos do clube. Perto do fim de seu mandato e empenhado na campanha de Rodrigo Dunshee, o presidente Rodolfo Landim passou de sócio Emérito para Benemérito.
De acordo com o estatuto do Rubro-Negro, o requisito para sócio Emérito é ter período igual ou superior a cinco anos de vida associativa, além de serviços relevantes ao Flamengo, a juízo do Poder competente. Este, inclusive, torna o sócio elegível ao cargo de mandatário do clube.
Já o sócio Benemérito é o Emérito que, por período igual ou superior a cinco anos, a serem contados desde a data da entrega, continua prestando relevantes serviços ao Flamengo. Por fim, o Grande-Benemérito é o Benemérito que vinha de Emérito com tempo igual ou superior a dez anos.
Em sua gestão como presidente do Flamengo, Rodolfo Landim alcançou patamar financeiro com faturamento superior a R$ 1 bilhão em 2023, sucesso esportivo com títulos do Brasileirão, Libertadores e Copa do Brasil, além da compra do terreno para construção do novo estádio do clube.