Emerson Royal em treino do FlamengoGilvan de Souza / Flamengo
"O futebol brasileiro evoluiu muito depois que eu saí daqui. Essa minha volta exige adaptação, preparação, concentração e muitas outras coisas. É o que eu procurei fazer. No começo tive mais dificuldade, mas minha carreira fala por si só. Passei por grandes clubes, eu sei do meu potencial e isso é o mais importante: eu saber quem eu sou", disse Royal, em entrevista ao "ge" publicada nesta sexta-feira (13).
"Internamente, sempre falei com os amigos e com o pessoal do clube: 'Pode confiar, porque eu sei quem eu sou, eu sei do meu potencial'. O que falam fora vai repercutir para fora, a minha confiança essas coisas não vão afetar. Quando eu me sentir bem, uma hora ou outra isso vai mudar. E eu estou trabalhando para que isso continue melhorando, e sempre tem margem para melhorar", afirmou.
"O Filipe é um cara ímpar. Eu não o conhecia pessoalmente antes de vir para cá, só o via jogar, gostava muito de como ele jogava, e ele me ajudou muito nesse processo. Ele conversava bastante comigo, me blindava também, me apoiou durante boa parte desse processo de críticas", disse.
"Mesmo com as críticas, ele me colocava para jogar, me dava oportunidade e falava para mim: 'Royal, acho que confio mais em você do que você mesmo'. Eu respondia: 'Aí também não (risos), porque eu confio para caramba em mim, mas eu sei da confiança que você tem em mim, obrigado por isso'", concluiu.

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