Candidatos do PL vencem na cidadeReprodução X Douglas Ruas
Os eleitores de Cordeiro foram às urnas neste domingo (4) para escolher os representantes para a Presidência da República, o Governo do Estado, o Senado, a Câmara dos Deputados e a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O município contou com 61 seções eleitorais. Dos 16.926 eleitores que estavam aptos a votar, 14.174 compareceram às urnas, enquanto 2.752 não votaram, o que representa uma abstenção de aproximadamente 16% do eleitorado.
Na disputa pela Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) foi o candidato mais votado, com 7.210 votos, ou 53,44%. Lula (PT) ficou em segundo lugar, com 5.304 votos, correspondentes a 39,32%. A diferença entre os dois foi de 1.906 votos. Em terceiro, ficou Augusto Cury, que recebeu 437 votos (3,24%), seguido por Ronaldo Caiado (PSD), com 248 votos (1,84%); e Renan Santos, com 237 votos (1,76%). No total, 244 votos foram brancos (1,72%) e 439 foram nulos (3,10%).
Ambas as candidaturas vão para segundo turno, que será no dia 25 de outubro.
PL também vence para Governo do Estado e Senado no município
Na disputa pelo Governo do Estado, Douglas Ruas (PL) também liderou a votação no município, com 6.793 votos, ou 55,96%. Eduardo Paes (PDS) ficou em segundo, com 4.511 votos (37,16%), uma diferença de 2.282 votos entre os dois.
O desempenho do PL também apareceu na disputa pelo Senado. Carlos Portinho foi o mais votado no município, com 7.107 votos (30,98%). Em segundo lugar ficou Carlos Jordy, com 6.124 votos (26,70%).
Para deputado federal, os cinco candidatos mais votados no município foram Dani Cunha (PL), com 1.126; Altineu Côrtes (PL), com 1.007; Áureo Ribeiro (Solidariedade), com 868 votos; Ricardo Abrão (PSDB), com candidatura sub judice, fez 725 votos; e Chris Tonietto (PL), com 498 votos.
Na disputa para deputado estadual, Bruno Boaretto (PL) liderou com 2.657 votos; seguido por Luiz Martins (PSDB), com 764; Rosenverg Reis, com 734; Fernanda Neves (PDT) teve 678 e Marcos Antonio Cabral teve 686.
No caso da votação para os cargos de deputado federal e deputado estadual, porém, a eleição não é definida apenas pela votação obtida em um município. As cadeiras da Câmara dos Deputados e da Alerj são distribuídas considerando o total de votos recebidos pelos candidatos e pelos partidos ou federações em todo o estado, dentro do sistema proporcional. Também são aplicadas as regras eleitorais relacionadas ao quociente eleitoral, quociente partidário e às sobras. Por isso, um candidato pode ser o mais votado em Bom Jardim e, ainda assim, não ser eleito, enquanto outro que teve votação maior no conjunto do estado pode conquistar uma cadeira.
