Principal motivo do protesto é a insatisfação com a mudança no regime de teletrabalho, que vinha sendo adotado desde antes da pandemia da Covid-19Foto: Divulgação

Macaé - Os trabalhadores administrativos da Petrobras no Norte Fluminense cruzaram os braços na manhã desta quarta-feira (12), em frente à sede da estatal na Praia Campista, em Macaé. A paralisação, convocada pelo Sindipetro-NF, integra o Dia Nacional de Luta organizado pela Federação Única dos Petroleiros (FUP) e ocorre simultaneamente em diversas bases da empresa pelo país.

O principal motivo do protesto é a insatisfação com a mudança no regime de teletrabalho, que vinha sendo adotado desde antes da pandemia da Covid-19. Os petroleiros reivindicam diálogo com a Petrobras, alegando que a decisão de alteração foi tomada de forma unilateral, sem negociação com a categoria.

A mobilização reforça a exigência de uma solução negociada para a questão, garantindo que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados. A equipe de reportagem do jornal O DIA segue em contato com a Petrobras para obter um posicionamento oficial sobre o caso. A matéria segue em atualização.
Principal motivo do protesto é a insatisfação com a mudança no regime de teletrabalho, que vinha sendo adotado desde antes da pandemia da Covid-19 - Foto: Divulgação
Principal motivo do protesto é a insatisfação com a mudança no regime de teletrabalho, que vinha sendo adotado desde antes da pandemia da Covid-19Foto: Divulgação