Trump disse que também conheceu seu par russo, Vladimir Putin, participante do grupoAFP

O Papa Leão XIV foi convidado para integrar o “Conselho de Paz” que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, busca formar. A decisão foi declarada, nesta quarta-feira (21), pelo secretário de Estado do Vaticano. As informações são da imprensa italiana.
"Nós também recebemos esse convite, e o papa o recebido e estamos refletindo sobre o que devemos fazer", disse aos jornalistas o cardeal Pietro Parolin, número 2 do Vaticano.
“Estamos nos aprofundando e penso que é um assunto que exige tempo para refletir e dar uma resposta”, acrescentou.
A Casa Branca solicita a vários líderes mundiais que façam parte desse conselho, presidido pelo próprio Trump, entre eles o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, e o primeiro-ministro canadense, Mark Carney.
Esse “conselho de paz” foi concebido por Trump inicialmente para supervisionar as vizinhanças de Gaza no pós-guerra, mas seu estatuto, visto pela AFP, não parece limitar sua função ao território específico.
Para se unir de forma permanente a esse grupo, que afirma promover a "estabilidade mundial", seus membros deverão pagar até 1 bilhão de dólares (R$ 5,38 bilhões).
Ele será presidido pelo próprio Trump, que também “atuará separadamente” como representante dos Estados Unidos.
Trump disse que também conheceu seu par russo, Vladimir Putin, participante do grupo.