Papa Leão XIV conduz a oração do Ângelus na missa de Domingo de RamosAFP
"Este é o nosso Deus: Jesus, Rei da paz. Um Deus que rejeita a guerra; que ninguém pode usar para justificar a guerra, que não escuta, mas rejeita a oração de quem faz a guerra", advertiu o pontífice em sua homilia do Domingo de Ramos.
"Estamos mais do que nunca próximos, por meio da oração, dos cristãos do Oriente Médio, que sofrem as consequências de um conflito atroz e que, em muitos casos, não podem viver plenamente os ritos destes dias santos", prosseguiu o papa, após oração do Angelus.
"Mesmo enquanto a Igreja contempla o mistério da Paixão do Senhor, não podemos esquecer aqueles que, hoje, participam concretamente em seu sofrimento (...) Elevemos nossa oração ao Príncipe da paz, para que sustente os povos feridos pela guerra e abra caminhos concretos de reconciliação e de paz", continuou o pontífice.
No domingo 22 de março, o papa afirmou que seguia "observando com consternação a situação no Oriente Médio, assim como em outras regiões do mundo dilaceradas pela guerra e pela violência".
"Não podemos ficar em silêncio diante do sofrimento de tantas pessoas, vítimas inocentes destes conflitos. O que fere a eles, fere a humanidade inteira. A morte e a dor provocadas por estas guerras são um escândalo para toda a família humana e um clamor diante de Deus", acrescentou.







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