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Trump se defende de acusações de racismo e ataca imprensa norte-americana

Presidente dos EUA comentou violento episódio de Charlottesville

Por rodrigo.sampaio

Em comício em Phoenix, no estado norte-americano do Arizona, o presidente Donald Trump fez duras críticas a imprensa de seu país, defendendo-se de acusações de racismo, na esteira da manifestação violenta de supremacistas brancos que matou uma mulher em Charlottesville.

Presidente se defendeu de críticas sobre racismo durante comício em PhoenixAFP

O presidente abriu o comício pedindo por unidade, mas logo voltou sua retórica contra a mídia. Ele releu um discurso em que criticou grupos extremistas e se disse perseguido pela imprensa, que o acusa de não ter criticado prontamente a violência em Charlottesville.

Trump também foi criticado por democratas e republicanos após ter responsabilizado os "dois lados" pela violência nas manifestações, mas não mencionou isso em Phoenix. Durante seu discurso, grupos de apoiadores e críticos de seu governo se manifestavam do lado de fora do auditório.

O presidente criticou abertamente veículos como ABC, CNN, Washington Post e New York Times. "A imprensa tem dois pesos e duas medidas", disse. "Eles fomentam divisões e querem tomar nossa história e nosso legado". "A imprensa apoia grupos de ódio" e "ataca a decência dos apoiadores do nosso governo".

Trump apoiou, no entanto, a cobertura política da Fox News. "A Fox me trata de maneira justa".

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