Niterói: bailarina niteroiense também criou e manteve, com recursos próprios, o projeto social FlorescerDivulgação
Detentora do Selo de Excelência do Mercado Persa do Brasil (2007) e da Medalha Zuleika Pinho para profissionais de destaque de dança do ventre no Brasil (2009), Dalilah trouxe para Niterói o primeiro festival de danças árabes da cidade, no Clube Central, com o objetivo de difundir, divulgar e fortalecer a cultura árabe na cidade. Realizado em 2008 e 2009, o evento contou com a apresentação de Tony Mouzayek, um dos maiores cantores árabes do mundo, além de outros grandes nomes do meio artístico nacional e internacional dentro do segmento.
A professora de dança recebeu homenagens no Mercado Persa de Curitiba (2007), no Clube Líbano de Juiz de Fora (2009), no Festival Hórus de Danças Árabes (2010), no Festival Zahra Sharq de belly dance (2013) e da centenária Associação Líbano-Fluminense (2020), além de uma Moção de Aplauso da Alerj. Foi jurada da banca examinadora e atração da noite de gala da X Feira Cultural Árabe, de Juiz de Fora, em 2011.
A bailarina niteroiense criou e manteve com recursos próprios, entre 2008 e 2013, o projeto social chamado Florescer beneficiava crianças moradoras do Sapê, matriculadas em escolas públicas, as quais tinham aulas gratuitas em uma academia em Icaraí. Além disso, ainda realizava trabalhos filantrópicos para várias instituições niteroienses, entre elas a Associação de Pais e Amigos dos Deficientes da Audição (Apada). E também já apresentou sua arte em inúmeros eventos no município, como a Feira Internacional de Artesanato de Niterói (FIAN), nas edições de 2011 a 2015.
Umbandista e estudiosa de temas espiritualistas, assumiu seu propósito espiritual ligado ao povo cigano. Seu mergulho interior culminou no livro “Ela é uma Rosa – Jornada de Fé e Amor”, pela editora Letras Virtuais, com o qual ela estreia no segmento literário. “Quero inspirar, fortalecer e curar corações, encorajando as pessoas a viverem suas vidas e crenças abertamente, sem receio de preconceitos e julgamentos. Minha expectativa é que o livro inspire as pessoas a viverem sua espiritualidade com autenticidade e amor, sem medo de julgamentos”, garante ela, que também é empresária no ramo de seguros, atriz e modelo profissional.

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