Apesar das críticas, parlamentares favoráveis sustentaram que o auxílio representa um direito semelhante ao concedido aos funcionários da Câmara e que o impacto financeiro seria pequenoReprodução Redes Sociais
A Câmara Municipal de Nova Friburgo aprovou, na sessão desta terça-feira (26), o projeto que cria um auxílio-alimentação de R$ 50 por dia útil para os vereadores da cidade. Mesmo aos gritos de "o povo vota contra", a proposta foi aprovada por 11 votos a 8 e gerou forte repercussão nas redes sociais, onde o benefício passou a ser chamado pela população de “Auxílio Lagosta”.
Com a aprovação, os parlamentares poderão receber cerca de R$ 1 mil mensais adicionais, dependendo da quantidade de dias úteis do mês. O projeto foi defendido pela base governista sob o argumento de equiparação aos servidores da Casa Legislativa, que já recebem benefício semelhante.
Votaram favoravelmente ao projeto os vereadores Ângelo Gaguinho, Wallace Piram, Max Bill, Dirceu Tardem, Carlinhos do Kiko, Bruno Silva, Cascão do Povo, Claudio Leandro, Evandro Miguel, Janio de Carvalho e Tia Karla. Já os vereadores Maiara Felício, Maicon Gonçalves, Claudio Damião, Christiano Huguenin, Marcos Marins, Gabriel do Zezinho e José Carlos Schuabb votaram contra a proposta.
Com a aprovação, os parlamentares poderão receber cerca de R$ 1 mil mensais adicionais, dependendo da quantidade de dias úteis do mês. O projeto foi defendido pela base governista sob o argumento de equiparação aos servidores da Casa Legislativa, que já recebem benefício semelhante.
Votaram favoravelmente ao projeto os vereadores Ângelo Gaguinho, Wallace Piram, Max Bill, Dirceu Tardem, Carlinhos do Kiko, Bruno Silva, Cascão do Povo, Claudio Leandro, Evandro Miguel, Janio de Carvalho e Tia Karla. Já os vereadores Maiara Felício, Maicon Gonçalves, Claudio Damião, Christiano Huguenin, Marcos Marins, Gabriel do Zezinho e José Carlos Schuabb votaram contra a proposta.
Debate e reprovação da população
A votação ocorreu em meio a críticas da população sobre as prioridades do Legislativo municipal. Nas redes sociais, moradores questionaram a criação de um novo benefício para agentes políticos em um momento em que a cidade enfrenta demandas em áreas como saúde, mobilidade urbana, infraestrutura e geração de empregos.
A votação ocorreu em meio a críticas da população sobre as prioridades do Legislativo municipal. Nas redes sociais, moradores questionaram a criação de um novo benefício para agentes políticos em um momento em que a cidade enfrenta demandas em áreas como saúde, mobilidade urbana, infraestrutura e geração de empregos.
A sessão desta terça também foi marcada por debates acalorados entre vereadores favoráveis e contrários à medida. Parlamentares da oposição argumentaram que o benefício gera desgaste à imagem da Câmara e amplia a distância entre a classe política e a população.
Durante a discussão do projeto, o vereador Claudio Damião (PT) criticou a criação do benefício e afirmou que o município possui outras prioridades relacionadas ao funcionalismo público, citando profissionais da educação, saúde e vigilância sanitária.
O parlamentar também questionou a necessidade do auxílio diante da estrutura já existente na Câmara Municipal. O debate envolveu questionamentos sobre impacto financeiro, moralidade e prioridade na destinação de recursos públicos.
Apesar das críticas, parlamentares favoráveis sustentaram que o auxílio representa um direito semelhante ao concedido aos funcionários da Câmara e que o impacto financeiro seria pequeno dentro do orçamento do Legislativo. O vereador Bruno Silva (MDB) chegou a responder às críticas da população: “Se vocês são contra, vira vereador, senta aqui e vota.”
Apesar das críticas, parlamentares favoráveis sustentaram que o auxílio representa um direito semelhante ao concedido aos funcionários da Câmara e que o impacto financeiro seria pequeno dentro do orçamento do Legislativo. O vereador Bruno Silva (MDB) chegou a responder às críticas da população: “Se vocês são contra, vira vereador, senta aqui e vota.”
A repercussão negativa do projeto continuou após a votação, com manifestações de moradores e publicações nas redes criticando o aumento indireto de benefícios aos vereadores. O tema deve seguir em discussão nos próximos dias entre entidades da sociedade civil e representantes políticos do município.
Durante a discussão do projeto, o vereador Claudio Damião (PT) criticou a criação do benefício e afirmou que o município possui outras prioridades relacionadas ao funcionalismo público, citando profissionais da educação, saúde e vigilância sanitária.
O parlamentar também questionou a necessidade do auxílio diante da estrutura já existente na Câmara Municipal. O debate envolveu questionamentos sobre impacto financeiro, moralidade e prioridade na destinação de recursos públicos.

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