A demolição da ponte antiga ocorreu em setembro de 2025 para ampliar a vazão do córrego, mas a reconstrução definitiva sofreu paralisações e ainda não foi concluídaNF em Foco
A ponte provisória da rua Clarindo da Rosa Teixeira, no distrito de Conselheiro Paulino, em Nova Friburgo, que deveria ser apenas uma solução temporária, continua fazendo parte da rotina de transtornos de moradores e motoristas. Nesta segunda-feira (17), a estrutura de madeira precisou ser totalmente interditada para serviços de manutenção.
A intervenção ocorreu depois de reclamações sobre as condições da passagem. Usuários relataram rachaduras, pontos de precariedade e a circulação de veículos pesados, apesar de a estrutura ter sido criada inicialmente para atender ao tráfego de veículos leves. Durante a manutenção, agentes de trânsito permaneceram no local para orientar os motoristas.
Problema que já dura quase um ano
A situação começou em setembro de 2025, quando a antiga ponte foi retirada para dar lugar a uma nova estrutura de concreto. A obra, de responsabilidade do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), integra intervenções no Córrego Dantas para ampliar a vazão e reduzir os riscos de alagamentos em períodos de chuva forte.
Na época, a previsão divulgada era de aproximadamente 125 dias de intervenção, com conclusão esperada para o início de 2026. O prazo não foi cumprido. Em outubro do ano passado, moradores e comerciantes já reclamavam da paralisação dos trabalhos e dos impactos da interdição sobre o comércio e a mobilidade no distrito.
Para garantir a passagem, foi construída uma ponte provisória de madeira. A estrutura passou por dificuldades até ser liberada para veículos leves, em novembro de 2025. O acesso chegou a envolver uma disputa judicial para permitir a demolição parcial do muro de uma residência no trajeto.
E quando chega a ponte definitiva?
Quase um ano depois do início da intervenção, a população continua dependendo da estrutura provisória. Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira, ainda não há uma nova data pública definida pelo Inea para a instalação da ponte permanente.
O que deveria ser uma solução emergencial acabou se prolongando e agora também exige manutenção. Para quem vive ou trabalha na região, permanece a expectativa por uma solução definitiva para um problema que começou com a promessa de uma obra de pouco mais de quatro meses.
A Prefeitura informou que a manutenção realizada nesta segunda-feira contou com sinalização e orientação de agentes de trânsito. A responsabilidade pela obra da nova ponte, porém, é do Inea.
A intervenção ocorreu depois de reclamações sobre as condições da passagem. Usuários relataram rachaduras, pontos de precariedade e a circulação de veículos pesados, apesar de a estrutura ter sido criada inicialmente para atender ao tráfego de veículos leves. Durante a manutenção, agentes de trânsito permaneceram no local para orientar os motoristas.
Problema que já dura quase um ano
A situação começou em setembro de 2025, quando a antiga ponte foi retirada para dar lugar a uma nova estrutura de concreto. A obra, de responsabilidade do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), integra intervenções no Córrego Dantas para ampliar a vazão e reduzir os riscos de alagamentos em períodos de chuva forte.
Na época, a previsão divulgada era de aproximadamente 125 dias de intervenção, com conclusão esperada para o início de 2026. O prazo não foi cumprido. Em outubro do ano passado, moradores e comerciantes já reclamavam da paralisação dos trabalhos e dos impactos da interdição sobre o comércio e a mobilidade no distrito.
Para garantir a passagem, foi construída uma ponte provisória de madeira. A estrutura passou por dificuldades até ser liberada para veículos leves, em novembro de 2025. O acesso chegou a envolver uma disputa judicial para permitir a demolição parcial do muro de uma residência no trajeto.
E quando chega a ponte definitiva?
Quase um ano depois do início da intervenção, a população continua dependendo da estrutura provisória. Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira, ainda não há uma nova data pública definida pelo Inea para a instalação da ponte permanente.
O que deveria ser uma solução emergencial acabou se prolongando e agora também exige manutenção. Para quem vive ou trabalha na região, permanece a expectativa por uma solução definitiva para um problema que começou com a promessa de uma obra de pouco mais de quatro meses.
A Prefeitura informou que a manutenção realizada nesta segunda-feira contou com sinalização e orientação de agentes de trânsito. A responsabilidade pela obra da nova ponte, porém, é do Inea.
Em resposta à reportagem, o Inea informou que a obra está atualmente em andamento, com 85% já executada, e com os serviços estruturais da Ponte 1 e da cortina atirantada para contenção da margem do rio em desenvolvimento. A previsão de término e entrega da ponte é dezembro de 2026. O valor do contrato vigente desde o primeiro aditivo é de R$ 40.436.414,82.
O órgão também informou que a ponte provisória será retirada na conclusão dos serviços.

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