Para Júlio Boi, idealizador e proprietário do Fuscão da Seleção, a trajetória do veículo representa a realização de um sonho construído com muita dedicação e amor ao futebolDivulgação

Queimados - Quem mora em Queimados ou na Baixada Fluminense provavelmente já viu passar pelas ruas uma das maiores atrações quando o assunto é Copa do Mundo: o famoso Fuscão da Seleção. Muito mais do que um carro decorado, o Fuscão se tornou um símbolo da paixão brasileira pelo futebol.
A história começou em Queimados, mas ganhou o Brasil. Ao longo dos anos, o Fuscão virou notícia em jornais, programas de televisão e portais de grande alcance, levando o nome da cidade para milhares de pessoas.
O projeto nasceu em 2010, durante a Copa do Mundo da África do Sul, e rapidamente deixou de ser apenas uma homenagem à Seleção Brasileira para se tornar uma das atrações mais conhecidas de Queimados e da Baixada Fluminense. Desde então, o Fuscão da Seleção marcou presença em todas as edições do Mundial — Brasil (2014), Rússia (2018) e Catar (2022) — e agora segue rumo à Copa de 2026, nos Estados Unidos, Canadá e México.
Para Júlio Boi, idealizador e proprietário do Fuscão da Seleção, a trajetória do veículo representa a realização de um sonho construído com muita dedicação e amor ao futebol.
“Tudo começou como uma brincadeira e uma demonstração de carinho pela Seleção Brasileira. Com o passar dos anos, o Fuscão ganhou as ruas, conquistou o carinho das pessoas e passou a representar não apenas a nossa paixão pelo futebol, mas também a cidade de Queimados. Ver esse reconhecimento chegando é motivo de muito orgulho”, concluiu.
Neste mês, o vereador Felipe Carvalho apresentou o Projeto de Lei nº 341/2026, que declara o Fuscão da Seleção como Patrimônio Cultural Imaterial de Queimados. O projeto deve ser sancionado pelo prefeito Glauco Kaizer nos próximos dias. A proposta busca preservar uma iniciativa que nasceu da criatividade popular e se transformou em uma das maiores referências esportivas e culturais da cidade.