A prisão foi realizada por agentes da 16ªDP (Barra da Tijuca)Divulgação
As investigações apontam que os casos ocorreram em 2020, quando o criminoso utilizava aplicativos de mensagens e plataformas de jogos online para se aproximar de crianças. Após conquistar a confiança das vítimas, ele realizava chamadas de vídeo para praticar atos de abuso sexual.
Um dos episódios envolve uma criança de 9 anos, moradora de São Paulo, abordada pelo homem por meio da internet.
Segundo os agentes, o trabalho como animador de eventos facilitava o contato com o público infantil. A atividade foi considerada relevante para a representação da prisão preventiva na época.
O autor dos crimes chegou a ser preso em 2021 e ficou detido por alguns meses em São Paulo, mas respondeu ao processo em liberdade. Em 2024, o réu acabou condenado a mais de quatro anos de prisão.



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