Quadrilha especializada em golpes online se passava por plataforma oficial de pagamentosDivulgação / PCERJ
As investigações tiveram início em 2025, quando uma vítima caiu no golpe depois de buscar atendimento por meio de aplicativos de mensagens e redes sociais, acreditando se tratar de canais oficiais da plataforma. Os criminosos a induziram ao erro e fizeram transações bancárias não autorizadas.
Segundo a polícia, o grupo utilizava uma rede de maquininhas de cartão, de diferentes operadoras, para processar os valores obtidos com os golpes. Em um dos casos, as transações foram vinculadas a equipamentos registrados no nome de um dos investigados.
Ele foi ouvido na delegacia e confirmou ser o dono de oito máquinas, supostamente utilizadas em eventos de uma casa de shows no Recreio dos Bandeirantes. Depois, o homem admitiu ter facilitado as operações a pedido de outro envolvido.
O esquema também incluía repasses imediatos dos valores via Pix para contas de terceiros, para dificultar o rastreamento e ocultar a origem dos recursos ilícitos. Após as transações, os responsáveis pelos terminais de pagamento recebiam comissões em dinheiro.
Os mandados de busca e apreensão são cumpridos em endereços residenciais e em um estabelecimento comercial utilizado para armazenar as máquinas de cartão usadas nos golpes.







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