Oruam está foragido desde fevereiroReprodução / Instagram
Durante a sessão, prestaram depoimento dez testemunhas. A primeira a ser ouvida foi o policial civil Fabio Campos Diniz, seguido pelo perito criminal Leandro Ribeiro Pinto e pelo segurança de Oruam, Jaci Antonio Pereira de Oliveira.
Em seguida, foram ouvidas as duas vítimas da tentativa de homicídio, o delegado Moysés Santana Gomes e o comissário da polícia civil Alexandre Alves Ferraz, que teriam sido atacados com pedras atiradas pelos réus, além dos policiais Carlos Alessandro Seabra, Allan de Souza Monteiro Gurgel e Paulo Saback, a noiva de Oruam, Fernanda Valença de Oliveira, e Camila Pinho de Lima.
A juíza Tula Côrrea de Mello, que presidiu a sessão, intimou o acusado e as quatro testemunhas ausentes para participarem da continuação da audiência de instrução e julgamento no final do mês.
De acordo com a denúncia do Ministério Público do Rio (MPRJ), o ataque ocorreu em julho de 2025, durante operação da Delegacia de Repressão a Entorpecentes na sua mansão casa no Joá, na Zona Sudoeste. O delegado Moyses e o então oficial de cartório da Polícia Civil Alexandre buscavam cumprir um mandado de busca e apreensão contra um adolescente apontado por envolvimento com o tráfico de drogas.

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