Rio - A Polícia Civil prendeu, nesta terça-feira (2), a suspeita de de dar 34 facadas na nora, Hayanna de Almeida Vieira, de 28 anos, na comunidade Bateau Mouche, na Praça Seca, na Zona Sudoeste.
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Jaqueline Alves de Vasconcellos estava com um mandado de prisão temporária em aberto. De acordo com as investigações, a mulher culpa a vítima pela morte do filho, Hudson Alves de Vasconcellos. Segundo a Polícia Civil, ele era um dos líderes do tráfico de drogas da comunidade Bateau Mouche e morreu em um confronto com policiais há poucas semanas.
Neste domingo (31), a suspeita teria desferido 34 facadas contra a nora. Hayanna foi socorrida e levada até o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, na Zona Oeste. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informou que o quadro da paciente é estável nesta quarta-feira (3).
As investigações apontaram que Andrea Camilli Bezerra dos Santos, amante de Hudson, também participou do crime. Ela já é considerada foragida da Justiça.
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De acordo com a irmã de Hayanna, Jaqueline nunca aceitou o relacionamento da vítima com o filho. A convivência com a nora piorou após a morte de Hudson.
"Hayanna é mãe, filha, irmã, amiga e uma mulher que já havia passado pela dor de perder o marido. Mesmo enfrentando o luto, ela tentava seguir sua vida e cuidar do filho, mas infelizmente nunca teve a oportunidade de viver em paz. Durante meses, ela enfrentou conflitos e perseguições. Minha irmã era constantemente alvo de ameaças e intimidações. O que deveria ter terminado após a morte do seu companheiro apenas continuou e se intensificou", contou.
A irmã de Hayanna relatou que a sogra e a amante teriam ido até a residência da vítima e a chamado para fora, momento em que ela foi brutalmente atacada.
"Atacaram minha irmã com intenção de matar, com facadas e estão soltas por aí sem serem punidas pelo crime. Minha irmã recebeu 34 facadas pelo corpo, incluindo ferimentos graves no rosto", explicou.
As diligências seguem em andamento para encontrar Andrea.
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