Cleyton foi preso no Complexo de Manguinhos, na Zona Norte Reprodução
A apuração teve início após um trabalho conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que identificou um padrão incomum de veículos alugados circulando repetidamente pela Via Dutra entre São Paulo e o Rio de Janeiro. A análise das informações permitiu identificar que automóveis de locadoras eram utilizados para transportar grandes carregamentos de drogas até comunidades da capital fluminense.
A primeira abordagem realizada pela PRF resultou na apreensão de uma expressiva carga de haxixe. Durante as diligências, os agentes descobriram a existência da organização criminosa.
Com base nas informações obtidas, as equipes realizaram trabalho de monitoramento contínuo e interceptaram outro veículo utilizado pelo grupo. Desta vez, mais de 200 kg de haxixe foram apreendidos. Com essa prisão, os agentes conseguiram mapear a logística utilizada para levar a droga e a estrutura da organização.
As investigações apontaram ainda que o grupo possuía uma divisão bem definida de funções. Enquanto os líderes permaneciam em São Paulo coordenando a produção e o envio dos carregamentos, o criminoso preso nesta sexta-feira (3) era responsável por receber a droga no Rio e distribuir o material para as comunidades.
Ao longo das apurações, quatro integrantes da quadrilha já foram presos, incluindo Cleyton, considerado peça-chave na ligação entre os criminosos de São Paulo e o tráfico instalado no Rio. As investigações continuam para localizar os demais foragidos e aprofundar o rastreamento financeiro da organização criminosa.

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