Ex-presidente Juscelino Kubitschek Reprodução / Redes Sociais
Exposição no Museu da República revive trajetória de JK
Com entrada franca, mostra resgata legado do ex-presidente, responsável pela construção de Brasília
Rio - Em 22 agosto de 1976, uma das mais importantes lideranças políticas do Brasil saiu de cena, num acidente fatal na Via Dutra. A suspeita sobre as circunstâncias do episódio e a versão oficial atravessou essas cinco décadas. Recentemente, após extensa investigação, a Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) concluiu que o ex-presidente Juscelino Kubitschek foi assassinado por agentes da ditadura militar, e determinou a alteração de sua certidão de óbito. No âmbito dos 50 anos da morte de JK, o Museu da República relembra o legado do ex-presidente, último mandatário no Palácio do Catete, com uma grande exposição.
Com curadoria de Milton Guran, a mostra "O Povo Leva! O Povo Leva!" traz registros do funeral de JK em Brasília, a capital que ex-presidente ergueu e onde esteve proibido de voltar durante a ditadura.
Além das fotografias de autoria de Juvenal Pereira, que agora integram o acervo do museu, a exposição traz também maquetes da Casa de JK em Diamantina e do primeiro edifício de Brasília, o Palácio de Tábuas, também conhecido como Catetinho, que abrigou o político em suas incursões na construção na nova capital.
A visitação ocorre até 6 de setembro, no andar térreo do Palácio do Catete, sempre de quarta a domingo, de 11 às 17h, com entrada é gratuita. O Museu da República fica na Rua do Catete, 153.

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