São Gonçalo: Coletivo Mulheres Vivas se reúne nesta sexta-feira, no Prédio do RelógioDivulgação
O Fórum é um espaço plural, democrático e representativo, reunindo diversas entidades, coletivos e lideranças feministas do município, entre elas: Mulheres da Parada, coletivo Ela, Movimento de Mulheres de São Gonçalo, Mina Crespa, Coletiva Escritoras Vivas, Niyara: espaço de acolhimento e aprendizagem, Fórum de Mulheres Negras de São Gonçalo, Cidade no Feminino Movimento Negro Unificado, Rede Mulher, além de ativistas independentes, educadoras, trabalhadoras da saúde e defensoras dos direitos humanos.
Em 2026, o Fórum resolveu intensificar sua atuação diante de um cenário alarmante de violências. São Gonçalo, um dos maiores municípios do estado do Rio, enfrenta índices preocupantes de violência contra mulheres e meninas, incluindo casos de feminicídio, violência doméstica, violência sexual e violência obstétrica, refletindo uma realidade que exige respostas urgentes do poder público.
A ausência ou fragilidade de políticas de acolhimento, prevenção e proteção impacta diretamente a vida das mulheres, especialmente as mulheres negras, periféricas e pobres.
O Fórum Popular de Mulheres de São Gonçalo convoca a sociedade e o poder público a reconhecerem que a cidade precisa acolher melhor as mulheres, garantindo políticas públicas eficientes, segurança, acesso à saúde de qualidade, enfrentamento à violência e condições reais de bem viver.
A mobilização é pacífica, aberta ao público e representa um chamado coletivo para que nenhuma mulher seja invisibilizada ou silenciada.
Ato Mulheres Vivas
Sexta-feira (30), a partir das 16h30
Em frente ao Prédio do Relógio (Rua Yolanda Saad Abuzaid 150, Alcântara, São Gonçalo)

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