Rio - Uma advogada foi presa em janeiro por desacato e desobediência pelo delegado da 128ª DP (Rio das Ostras), Ronaldo Andrade Cavalcante. A 7ª Câmara Criminal decidiu que não há provas e derrubou decisão da 1ª Vara Criminal do município, que chancelava o inquérito.
A advogada alega que além de ser presa, foi torturada psicologicamente e ainda teve seus pertences apreendidos ao pedir para ver o inquérito contra o cliente. A ação contra a arbitrariedade e ilegalidade foi proposta pela Comissão de Prerrogativas, da OAB-RJ.