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Comum no clima quente, a disidrose afeta homens e mulheres com menos de 40 anos e é mais comum em pessoas que sofrem com doenças alérgicas, como sinusite e bronquite. O problema pode ser agudo ou crônico, desencadeado normalmente por estresse, assim como clima úmido e quente.

Para evitar o agravamento, é recomendado evitar o contato com produtos de limpeza, saponáceos e outros produtos químicos. A hidratação das mãos pode ajudar. Também conhecido por eczema disidrótico, o problema é um tipo de dermatite que afeta mãos e pés, causado por uma inflamação na pele que provoca o acúmulo de líquido em pequenas bolhas. Os sintomas são coceira, dor nas fissuras e lesões que infeccionam. "O diagnóstico é eminentemente clínico. Exames complementares, como cultura para bactérias e exame micológico, podem ser solicitados para afastar infecções bacterianas ou fúngicas", explica o dermatologista Daniel da Costa.

Pessoas alérgicas a metais, como o níquel, também estão susceptíveis à doença. No entanto, os fumantes estão mais sujeitos aos sintomas e ao agravamento de crises, devido aos efeitos da nicotina no organismo. O tratamento inicial é realizado com cremes à base de corticoides e, em casos mais graves, pode ser necessário o uso de remédios por via oral.

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