Por karilayn.areias
Publicado 19/12/2017 00:24 | Atualizado 19/12/2017 00:24

O juiz Alexandre Abrahão, do 3º Tribunal do Júri, decidiu ontem levar para o banco dos réus Ramon Moreira Coutinho, o Sem Nome, acusado das mortes dos flamenguistas Paulo Victor Braga Araújo e Deivison Matheus do Nascimento. Eles foram assassinados a pauladas por um grupo de vascaínos no mês passado após o jogo do Flamengo x Coritiba, no Maracanã. As vítimas tinham acabado de deixar a estação de trem de Realengo quando foram cercados por pelo menos quatro homens na Rua Bernardo de Vasconcelos. Segundo testemunhas, eles gritavam 'É a Força, toma que essa é de vocês'. Abrahão manteve a decretação da prisão preventiva de Sem Nome, integrante da Força Jovem do Vasco. No interrogatório, ele se reservou o direito de ficar em silêncio. A cultura da violência entre torcidas e o quebra-quebra no último jogo do Flamengo contra o Independiente, da Argentina, pela Copa Sul-Americana, merecem medidas mais que enérgicas por parte das autoridades. Afinal de contas, já passou da hora. 

CALOTE VASCAÍNO 

O juiz Rossidélio Lopes, da 36ª Vara Cível, condenou o Vasco a pagar R$ 652.406,98, mais juros e correção, a Andrade e Pires Consultoria. Entre julho de 2008 e maio de 2009, a empresa foi contratada para serviços administrativos e de segurança, mas nada de dindim.

 

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