O levantador Thiaguinho, do Sesc RJ
 - Divulgação/ Sesc RJ
O levantador Thiaguinho, do Sesc RJ Divulgação/ Sesc RJ
Por O Dia
Publicado 15/01/2018 16:17 | Atualizado há 3 anos

Uma vitória que mostra a força do grupo. É assim que o levantador Thiaguinho, do Sesc RJ, analisa o triunfo do time carioca sobre o Sada Cruzeiro, atual pentacampeão brasileiro, no sábado, no Tijuca. O Sesc RJ vive ótima fase na Superliga, liderando a competição com 33 pontos, com dois de vantagem sobre a equipe mineira. O Cruzeiro, no entanto, tem um jogo a menos e joga nesta terça-feira contra o Corinthians-Guarulhos, em partida adiada da primeira rodada do returno, podendo retomar a ponta. Já o time carioca volta a jogar no sábado, também contra o Corinthians-Guarulhos, pela terceira rodada do returno da competição. Thiaguinho avisa que, no Sesc, estreante na elite do vôlei, a meta é seguir evoluindo para chegar aos playoffs com boas condições de disputar o título.

SACA ESSA: O Sesc RJ retomou a disputa da Superliga em 2018 já com uma vitória sobre o Sada Cruzeiro, atual pentacampeão brasileiro, por 3 sets a 2. O que esse resultado representa para o grupo neste início de ano?

Thiaguinho: Esse resultado mostra a força do nosso grupo e que estamos no caminho certo.

No primeiro turno da Superliga, em outubro, em Contagem (MG), Sesc RJ e Sada Cruzeiro também fizeram um jogo de cinco sets, com vitória da equipe mineira. Como você analisa a evolução do Sesc daquele jogo até agora?

Um jogo como esse é decidido nos detalhes. Lá em Contagem eles foram mais precisos nas horas decisivas, e aqui no Rio, nós soubemos aproveitar melhor esses momentos.

Sesc e Sada Cruzeiro voltarão a se enfrentar no dia 25, pela Copa Brasil, em São Paulo. O que esperar de mais esse confronto contra o time mineiro?

Outro jogão, com certeza! A Superliga está muito equilibrada e todo jogo é muito disputado. Tenho certeza de que as semifinais da Copa não vão ser diferentes.

O Sesc RJ entrou na Superliga como estreante na competição e agora, no início do returno, é o líder. O que muda para vocês o fato de estar no topo da tabela?

Não muda nada na maneira como encaramos os jogos. O importante é continuar evoluindo pra chegar aos playoffs nas melhores condições para disputar o título. Mas lógico que a posição na tabela define os cruzamentos e isso com certeza pode nos ajudar lá na frente.

Em 2018, você chegou a ser um dos atletas convidados pelo técnico da seleção brasileira, Renan Dal Zotto, para treinar em Saquarema, mas uma lesão ligamentar no punho direito o impediu de aceitar o convite. Como está o seu pensamento atualmente em relação à Seleção?

A lesão foi em 2017 e ficou por lá, é passado. Em 2018 estou preparado para uma possível convocação.

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