Após receber atendimento médico e ter alta, a criança foi submetida aos procedimentos legais e entregue ao pai.Reprodução

Arraial do Cabo - Uma criança de 1 ano e 2 meses deu entrada com múltiplas lesões no corpo e levou à prisão em flagrante da mãe e do padrasto por tortura, na tarde deste domingo de Páscoa (5), no Hospital Geral de Arraial do Cabo.

A suspeita de agressão foi identificada pela equipe de enfermagem e confirmada pelo médico responsável, que constatou que os ferimentos eram compatíveis com violência física e não condiziam com a versão apresentada pelos responsáveis, que alegaram ataque de um animal filhote.

Diante da situação, a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, por meio da 132ª Delegacia de Polícia, foi acionada e iniciou as diligências no local, sob coordenação do delegado titular Luiz Jorge Rodrigues da Silva. A ação contou com apoio da Patrulha Maria da Penha e da ROMU da Guarda Civil Municipal de Arraial do Cabo, que auxiliaram no controle da movimentação no hospital e nas demais ações.

Os envolvidos foram encaminhados para a 126ª Delegacia de Polícia, onde exames periciais confirmaram que as lesões foram provocadas por ação humana contundente. Com base nas evidências, a autoridade policial determinou a prisão em flagrante do casal com base no artigo 1º, inciso II, da Lei 9.455/97, que trata do crime de tortura.

Após receber atendimento médico e ter alta, a criança foi submetida aos procedimentos legais e entregue ao pai.
A atuação integrada entre as forças de segurança e as equipes de saúde foi fundamental para o rápido esclarecimento do caso e a responsabilização dos envolvidos.

A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da população no combate à violência, especialmente contra crianças e adolescentes. Denúncias podem ser feitas de forma anônima, com garantia de sigilo.

Após receber atendimento médico e ter alta, a criança foi submetida aos procedimentos legais e entregue ao pai.

A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da população no combate à violência, especialmente contra crianças e adolescentes. Denúncias podem ser feitas de forma anônima, com garantia de sigilo.