Caminhada reuniu cerca de 80 crianças do Colégio Washington LuizFoto: Paulo Dimas
A atividade contou com a presença da secretária de Educação, Fátima Lima, que enfatizou a importância do papel dos estudantes como agentes multiplicadores de informação em suas comunidades. "Ter os nossos alunos como mensageiros de boas práticas é fundamental para criar uma rede contra o Aedes aegypti. Eles levam para as suas famílias todo o conhecimento adquirido e atuam como multiplicadores da informação", afirmou Fátima.
Durante a atividade, os alunos distribuíram panfletos e observaram locais de possível acúmulo de água, que podem servir como criadouro das larvas do mosquito. Além disso, eles foram instruídos sobre a vacina contra a dengue, que está disponível na rede pública para a faixa etária de 10 a 14 anos, e é uma importante ferramenta na prevenção de casos graves da doença.
Mais orientações
A veterinária e supervisora técnica da Vigilância em Saúde Ambiental, Millena Borges, reforçou a necessidade de atenção redobrada nas residências. "Em visitas domiciliares realizadas pelas equipes, identificamos larvas do Aedes aegypti em bandejas de bebedouros de água em diversas casas. Para evitar a proliferação, é essencial que os moradores esvaziem e higienizem essas bandejas pelo menos duas vezes por semana", alertou Millena.
Entre as orientações fundamentais apresentadas, estão o uso de escova ou esponja para remoção dos ovos, além da inspeção regular nos lares para eliminar qualquer recipiente que acumule água parada. "O Aedes aegypti é conhecido por sua capacidade de se reproduzir em pequenas quantidades de água, tornando a prevenção uma tarefa coletiva. Com simples ações, cada morador pode não apenas proteger sua casa e família, mas também contribuir para a saúde da comunidade inteira. A conscientização é um passo vital na batalha contra o mosquito, e o engajamento dos jovens estudantes promete fazer a diferença nessa missão", concluiu.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.