As equipes percorreram os bairros Assunção, São Carlos, Cotiara, Morro do Macuco, Boa Vista II, Boa Vista I e São Judas.Foto: Divulgação
Ao longo de fevereiro, as equipes percorreram os bairros Assunção, São Carlos, Cotiara, Morro do Macuco, Boa Vista II, Boa Vista I e São Judas, recolhendo materiais inservíveis que poderiam se tornar focos do mosquito.
De acordo com Vinícius Paiva, coordenador da Coordenadoria de Resíduos Sólidos (CRS) do Saae, a campanha obteve resultados positivos graças ao engajamento da comunidade. "O ‘Bota Fora’ é uma iniciativa extremamente benéfica para nossa comunidade. Além de remover materiais que poderiam servir de criadouros para o Aedes aegypti, a campanha desempenha um papel educativo fundamental. A conscientização dos moradores sobre a importância do descarte correto de resíduos volumosos resultou na coleta das cerca de 7 toneladas de materiais, evitando descartes irregulares e contribuindo para a saúde pública. O engajamento nos motiva a expandir a ação para outros bairros", afirmou Vinícius.
A médica veterinária e supervisora técnica da Vigilância em Saúde Ambiental, Millena Borges, enfatizou a necessidade de manter ações preventivas contínuas para evitar a proliferação do mosquito. "A crescente adesão da população à campanha é encorajadora, mas não podemos baixar a guarda. É imprescindível que cada cidadão adote práticas preventivas diárias, como eliminar recipientes que acumulem água parada e manter a limpeza regular de seus ambientes. A prevenção é a ferramenta mais eficaz para evitar surtos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. A colaboração de todos é essencial para mantermos nossa cidade segura e saudável", destacou Millena.
Com a campanha, a Prefeitura de Barra Mansa reafirma seu compromisso com a promoção da saúde pública e o bem-estar da população, ressaltando a importância da união entre o poder público e a comunidade no combate ao Aedes aegypti.
A população pode continuar contribuindo com as ações de combate ao mosquito denunciando imóveis que apresentem condições propícias ao seu desenvolvimento. As denúncias podem ser feitas à Vigilância em Saúde Ambiental, através do telefone: (24) 3512-0722.

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