Confusão interrompeu o jogo no Correão Imagem: News BTV Oficial.
De acordo com relatos de pessoas que assistiam ao duelo decisivo, o estopim para a pancadaria ocorreu após uma agressão direta efetuada contra um atleta da equipe da Cabofriense. A atitude desencadeou uma reação imediata dos companheiros de time, transformando o gramado em um cenário de tumulto generalizado, com troca frequente de socos, tapas e empurrões entre os jovens jogadores das duas agremiações. Testemunhas apontaram que a partida até então vinha sendo realizada de forma tranquila e leal, mas o episódio isolado fez com que os ânimos ficassem completamente alterados em questão de poucos segundos.
Além da postura dos atletas envolvidos, a condução da arbitragem também foi apontada por quem acompanhou a partida como uma das principais causas para a explosão da violência. Segundo as avaliações de quem presenciou o confronto no Correão, a falta de pulso firme do árbitro para coibir entradas ríspidas e a demora em aplicar cartões ao longo do confronto contribuíram diretamente para aumentar a temperatura do embate. Depois do pico da pancadaria, a equipe de arbitragem e os membros das comissões técnicas atuaram para afastar os agressores e conter os ânimos. Após minutos de paralisação e reorganização em campo, o tumulto foi apaziguado e a bola voltou a rolar até o apito final.
Gol de escanteio mantém igualdade no placar
Com o empate por 1 a 1 registrado no placar após a retomada da partida, a disputa pelo troféu da Série A2 estadual permanece inteiramente aberta, sem vantagem prévia para nenhum dos times no confronto final de volta.
Posicionamento das autoridades e clubes

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