Na Sapucaí, quando é verdadeiro, o público sente. E, naquela hora, sentiu. Virgínia saiu do camarote direto para o centro da conversa da noiteIdeal Comunica

O Carnaval é mestre em criar cenas que não estavam no roteiro. E foi exatamente assim que Virgínia Fonseca virou um dos assuntos do domingo na Marquês de Sapucaí.

No Camarote Arpoador, o clima era de roda de samba entre amigos. Microfone passando de mão em mão, risadas soltas, gente encostada no palco como se estivesse na sala de casa, com vista privilegiada para a avenida mais disputada do país. Até que, no meio da bateria da Grande Rio, alguém puxou o já conhecido coro: “Alô, Virgínia!”.

Ela não se fez de tímida. Subiu ao palco, entrou na marcação, respondeu no ritmo e deixou o camarote inteiro cantando junto. Nada ensaiado. Nada protocolar. Só aquela mistura de carnaval raiz com influência digital acontecendo ao vivo, diante de celulares erguidos e olhos atentos.

O resultado foi imediato. O Arpoador virou arquibancada de torcida organizada e a cena ganhou cara de momento espontâneo, desses que viralizam antes mesmo de a escola cruzar a avenida.
Na Sapucaí, quando é verdadeiro, o público sente. E, naquela hora, sentiu. Virgínia saiu do camarote direto para o centro da conversa da noite