Carlinhos Maia virou assunto por uma sequência de polêmicas nos últimos diasFoto: reprodução
Carlinhos Maia conseguiu se meter em duas polêmicas quase em sequência. Na primeira, resolveu defender Arthur Lima na treta do “Passinho do Jamal”. Arthur, registre-se, é uma gracinha. E Carlinhos parece ter uma sensibilidade especial para defender homens bonitos. Coincidência, certamente. Anderson Neiff, vivíssimo e com o celular carregado, não gostou nada e chamou o influenciador de “interesseiro”, afirmando que Arthur teria sido convidado para o Rancho na carona do hype da confusão.
Mal deu tempo de guardar a primeira confusão na gaveta e veio a segunda. Carlinhos perdeu a paciência com a romaria de pessoas na porta do Rancho, em Ipioca, tentando uma vaguinha no reality, e mandou o povo voltar para casa e fazer vídeo de inscrição. Tudo isso naquele cenário bucólico de estrada de terra, poeira e sonho de virar influenciador. O detalhe é que até uma viatura da Polícia Militar entrou no roteiro. A participação dos policiais numa gravação acabou tão bem que a PM recolheu administrativamente os militares envolvidos e mandou a Corregedoria apurar a história. Reality bom é assim: às vezes o elenco nem entrou e a corregedoria já entrou.
Depois da repercussão, Carlinhos disse que não expulsou ninguém, até porque a rua é pública, e classificou como “aproveitadores” aqueles que vão até a porta causar algazarra e tentar aparecer. Segundo ele, os verdadeiros fãs acompanham seu conteúdo de casa, trabalham, correm atrás da vida e mandam seus vídeos pelos canais indicados.
Alto lá, Carlinhos. Quem atravessa sabe Deus quantos quilômetros, encara sol, poeira e estrada de barro para ficar na porta do seu Rancho provavelmente não é seu inimigo. Pode ser inconveniente? Pode. Pode ultrapassar limites? Também. Mas “aproveitador” é uma palavra pesada para quem, no fim das contas, está ali porque acredita no universo que você próprio criou. Fã não é decoração de Instagram: quando sai da tela, continua sendo fã.

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