Sheila Mello relata calote em compra parcelada e aciona JustiçaFoto: Reprodução/ Redes sociais
Exclusivo Sheila Mello acusa empresa de calote após pagar e não receber produtos
Sem as compras e sem o dinheiro de volta, ex-É o Tchan! relata desgaste emocional e decide acionar a Justiça
A dançarina Sheila Mello decidiu recorrer à Justiça após enfrentar um verdadeiro transtorno envolvendo uma compra online que, segundo ela, nunca foi entregue, mesmo após quase um ano da confirmação do pagamento.
A coluna Daniel Nascimento descobriu que, de acordo com a ação, a artista comprou peças de roupa em setembro de 2024, no valor de R$ 1.741,32, parcelado em 12 vezes no cartão. O pedido foi aprovado no mesmo dia, com entrega prevista até 20 de outubro. O problema? A encomenda nunca chegou.
Ainda segundo o processo, Sheila tentou resolver a situação de forma amigável diversas vezes, entrando em contato com a empresa por e-mail e WhatsApp. As respostas, no entanto, teriam sido sempre vagas: desde promessas de envio do código de rastreio até justificativas de "imprevistos com a transportadora".
Com o passar dos meses, o cenário teria piorado. A empresa passou a responder com mensagens automáticas, e, em alguns casos, sequer retornava os contatos feitos pela dançarina.
Sem solução, a ex-integrante do É o Tchan! afirma ter vivido desgaste emocional e perda de tempo tentando resolver um problema que, segundo ela, deveria ser simples. No processo, a defesa aponta falha na prestação de serviço e destaca que a empresa já acumula reclamações de outros consumidores, com reputação negativa em plataformas como o Reclame Aqui.
Diante do impasse, Sheila Mello pede na Justiça o reembolso integral do valor pago, além de uma indenização por danos morais fixada em R$ 10 mil. O valor total da causa é de R$ 11.741,32.
Outro ponto que chama atenção é que a artista optou por não participar de audiência de conciliação, solicitando que o caso siga diretamente para análise judicial.
Agora, o caso aguarda os próximos desdobramentos na Justiça.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.