Os deputados estaduais e federais do PSL no encontro com o senador Flavio Bolsonaro - REPRODUção DO Instagram
Os deputados estaduais e federais do PSL no encontro com o senador Flavio BolsonaroREPRODUção DO Instagram
Por CÁSSIO BRUNO
RIO - Dos 12 deputados da bancada do PSL e dois secretários estaduais de Wilson Witzel (PSC), apenas Gustavo Schmidt deixou o senador Flavio Bolsonaro a ver navios ontem na reunião, na Barra da Tijuca. Insatisfeito com o partido, o parlamentar articula, nos bastidores, uma expulsão da legenda para não perder o mandato. Com cargos no governo, Schmidt conversou com PSC e PSDB. Mas quer mesmo é assumir a presidência do PL (antigo PR), hoje comandada pelo deputado federal Altineu Côrtes. A intermediação está sendo feita pelo deputado estadual Rodrigo Bacellar (Solidariedade). À Coluna, Schmidt desconversou: “Nosso senador abriu o diálogo e estamos caminhando da melhor forma para fazer com que a bancada de fato tenha unidade”.

Na reunião, como estratégia para saber quem é fiel à família Bolsonaro, Flavio deixou a decisão de o PSL entregar os cargos com os próprios deputados. Ficou decidido que “pautas positivas para o Rio” terão apoio da bancada na Alerj. Já as de interesse de Witzel, chamadas de “luxos do governador”, receberão voto contra. No fim, a bancada divulgou nota em que “reafirma sua condição de independência”. Ou seja: nem situação e nem oposição.

PROVA DE FOGO SÓ NA SEMANA QUE VEM

Se tudo correr como o esperado, as contas do último ano dos governos de Luiz Fernando Pezão (MDB) e Francisco Dornelles (PP) deverão ser votadas em plenário na próxima semana. O deputado do PSL que for favorável sinalizará estar abraçado a Wilson Witzel, principal interessado na aprovação da contabilidade de seus antecessores. Aliás... em outras decisões na Alerj, o silêncio dos parlamentares da legenda de Jair Bolsonaro será considerado ser a favor do governador.

TRÉGUA QUANDO O ASSUNTO É SAMBA

Eduardo Paes (DEM), pré-candidato a prefeito do Rio, elogiou, no Twitter, o rival Marcelo Crivella (PRB), que tentará a reeleição. É que o Sambódromo continuará sob a gestão do município no próximo carnaval e não mais com o governo do estado.

BOLSONARO E AS ELEIÇÕES 2020

Jair Bolsonaro participará pouco das campanhas de candidatos do PSL a prefeito pelo país. O presidente pedirá votos em apenas algumas capitais. Até o momento, o Rio de Janeiro, veja só, está fora dos planos do capitão. A conferir.

O BICHEIRO E OS SANTOS

Ontem, Dia de São Cosme e Damião, quem distribuiu para crianças presentes e doces em Nilópolis foi... o contraventor Anísio Abraão David! O evento, como ocorre há anos, foi na quadra da Beija-Flor.

DA PRISÃO, CUNHA MIRA EM JANOT

Preso em Bangu 8, Eduardo Cunha (MDB), ex-presidente da Câmara dos Deputados, atacou ontem o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot por ter confessado que pensou em matar o ministro do STF, Gilmar Mendes.

A FRASE DA CAMPANHA

Cunha usou seu antigo slogan de campanha “O povo merece respeito”. Na nota, ele disparou: “Trata-se de um psicopata e homicida que não merece respeito”, escreveu o ex-deputado alvo da Lava Jato.

FORA DO NINHO

A turma ligada à família Zito, em Caxias, que ainda estava no PSDB, acaba de deixar o partido. Sem espaço, vai para o PSD, onde está a ex-deputada federal Andreia Zito.

PICADINHO

A Fundação Leão XIII oferece hoje emissão de documentos gratuitos a alunos da rede pública. Na Escola Millôr Fernandes, às 9h.

O Museu de Belas Artes recebe hoje ‘Música de todos os tempos’, com a pianista Elizabete Aparecida da Silva.

Também neste sábado, às 13h30, o Plaza Offi ce, em Campo Grande, terá conversa sobre ‘Alimentação saudável materno-infantil’.

DESCE

PAULO HENRIQUE GANSO

O jogador do Fluminense ofendeu o então técnico Oswaldo de Oliveira, chamando-o de “burro”. Ele será multado.

DESCE

OSWALDO DE OLIVEIRA

Após discussão em que chamou o jogador Ganso de “vagabundo”, o técnico do Fluminense foi demitido do clube.