Witzel busca acordo para viabilizar colégios cívico-militares

Presidente da Comissão de Educação, Flávio Serafini (PSOL) defende que unidades de educação com diretores militares sejam vinculadas às corporações e não à Secretaria estadual de Educação. Para serem inaugurados, colégios militarizados precisam ser aprovados na Alerj

Por Maria Luisa de Melo , COM GABRIELA OLIVA

Governador Wilson Witzel quer implantar até 30 colégios militares
Governador Wilson Witzel quer implantar até 30 colégios militares -

Uma reunião realizada ontem para tentar selar um acordo sobre o projeto que regulamenta os colégios cívico-militares não teve avanço. Além do líder do governo, Márcio Pacheco (PSC), participaram também integrantes do Sindicato dos Profissionais da Educação (Sepe) e os deputados Waldeck Carneiro (PT) e Flávio Serafini (PSOL). Segundo explicou Serafini, a conversa não avançou porque o governo não abandonou a ideia de criar escolas militarizadas junto à Secretaria estadual de Educação (Seeduc). A proposta da oposição é que tais colégios, com diretores militares, sejam vinculados às corporações militares, como a PM e o Corpo de Bombeiros, e não à Seeduc. 

NOVA REUNIÃO MARCADA PARA SEGUNDA-FEIRA

Sem a regulamentação, o governador Wilson Witzel não pode começar a implantação dos novos colégios, já no ano que vem. Diante do impasse, Márcio Pacheco prometeu sentar, novamente, para conversar com o governador. O gestor tem pressa para resolver a questão. Prova disso é que a resposta, segundo deputados, está prevista para chegar já na próxima segunda-feira, para quando um novo encontro está marcado. A intenção de Witzel é construir de 25 a 30 colégios militares no próximo ano.

'DOMINADOR' É EXONERADO DA ALERJ

O deputado Sub Tenente Bernardo - Divulgação/Alerj

Uma exoneração, publicada no Diário Oficial, provocou burburinho na Alerj. O gabinete do Subtenente Bernardo (PROS, na foto) exonerou seu assessor Dominador Bernardo. Não é apelido, não. O advogado foi batizado assim e ostenta o sentido de seu nome nas redes sociais. Mas o que mais chama a atenção é o sobrenome do rapaz, o mesmo do deputado. Procurado, o subtenente não respondeu às solicitações da coluna. Mas a gente pergunta por aqui: É seu parente, deputado?

ALUNOS DO RIO MONITORADOS.

A Câmara aderiu ao aplicativo 'Aluno nas Escolas' para acompanhar os estudantes de escolas públicas. O projeto visa controlar frequência em aulas e notas.

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