Livro sugere a autoconstrução de moradias em 22 bairros da Zona Oeste, entre eles Bangu, Campo Grande, Santa Cruz e RealengoIA
De acordo com o autor, a iniciativa é um manifesto urbano e social em defesa de um novo modelo habitacional para o Rio de Janeiro, baseado na autoconstrução, na regularização fundiária e na criação de polos de desenvolvimento capazes de gerar emprego, renda e reduzir a violência. “Não conseguia mais ver a violência crescendo a cada dia, sem fazer nada. Com a minha ideia podemos mudar esse cenário ao longo de 30 anos”, afirma Brito.
O projeto inclui 22 bairros como Bangu, Campo Grande, Santa Cruz, e Realengo, entre outros. O livro aborda ainda temas como direitos de propriedade e real da laje, regularização fundiária e programas habitacionais como o Minha Casa, Minha Vida, propondo alternativas para famílias que hoje vivem em situação precária e chegam a pagar cerca de R$ 500 de aluguel em comunidades, o que poderia ser uma das parcelas da casa própria. “Quando você leva moradia digna, emprego e infraestrutura para uma região, você também leva esperança. O desenvolvimento urbano planejado pode mudar a vida das pessoas e impedir que muitos jovens sejam empurrados para a violência”, observa o empresário.

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