Estúdio de residencial na Avenida Rio Branco que teve 85% das unidades vendidas no lançamentoDivulgação

O potencial do Centro do Rio para novos residenciais pode ser medido pelo resultado de vendas do ARB 26, primeiro residencial da Avenida Rio Branco. Isso porque 85% das 123 unidades foram comercializadas no lançamento. Segundo Wagner Paz, CEO da WPX, além de investidores, houve alta demanda para moradia de compradores que desejam morar mais próximo do trabalho. “A qualidade do produto, que tem boca de sala e janelas generosas, além da localização, foram determinantes para o resultado. Isso demonstra a confiança do mercado e, principalmente, o potencial de um retrofit em edifício histórico na Avenida Rio Branco”, conta Paz.

Na avaliação de Ernesto Otero, CEO da Lobie, empresa que fará a gestão da locação das unidades do empreendimento para curta temporada, o percentual expressivo reforça um cenário que a empresa já vem identificando no Centro. “Nos últimos cinco lançamentos dos quais participamos, que somam mais de mil unidades, observamos uma velocidade de vendas consistente e acima do que vinha sendo registrado no mercado. O ARB 26 se insere nesse mesmo movimento”, ressalta Otero.

De acordo com ele, mais do que um resultado pontual, os dados indicam uma mudança estrutural na percepção do Centro como ativo imobiliário. “O investidor começa a considerar não apenas a rentabilidade recorrente proporcionada pela locação, especialmente a de curta temporada, mas também o potencial de valorização patrimonial. Quando cruzamos preço por metro quadrado, demanda, liquidez e capacidade de geração de renda, o Centro apresenta hoje uma combinação que poucos bairros conseguem oferecer”, complementa Otero.

Estande em São Paulo tem quadra de pickleball

Estande de vendas em São Paulo tem quadra de pickleball posicionada junto ao passeio público - Divulgação
Estande de vendas em São Paulo tem quadra de pickleball posicionada junto ao passeio públicoDivulgação
A Pon.to Arquitetura assina o projeto de um estande de vendas em Moema, São Paulo, que conta com uma quadra de pickleball posicionada junto ao passeio público. A proposta, explica Louise Jacquier, sócia do escritório, permite que o espaço seja utilizado em eventos e ativações relacionados ao empreendimento. "A ideia era que a quadra não ficasse escondida dentro do lote. Ao colocá-la próxima à calçada, a atividade passa a ser percebida por quem está andando ou dirigindo pela rua. Em dias de evento, essa movimentação cria uma curiosidade em quem está passando, mesmo que aquela pessoa não tenha entrado no estande", afirma Louise.