Imagens da operação e prefeito de Casimiro de Abreu, Ramon GidalteReprodução
A medida foi solicitada pelo Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), e autorizada pelo Juízo da 3ª Vara Criminal Especializada da Comarca da Capital.
De acordo com o MPRJ, a investigação apura a suposta prática de lavagem de dinheiro ligada a contratos firmados entre três empresas e o Município de Casimiro de Abreu.
Durante as apurações, os investigadores identificaram indícios de irregularidades em processos licitatórios, concentração de contratos nas empresas investigadas e movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a capacidade econômica dos envolvidos.
A coluna também recebeu a informação de que alguns secretários municipais estariam vinculados às empresas investigadas, atuando como funcionários dessas companhias.
O bloqueio de bens tem como objetivo garantir eventual ressarcimento aos cofres públicos e preservar recursos que poderão ser utilizados caso as suspeitas sejam confirmadas ao longo do processo.
Até o momento, o Ministério Público não divulgou os nomes dos investigados nem das empresas envolvidas. As investigações seguem em andamento.

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