Lelei da Marmoraria e Rosimery Mangifesta Ascom
Para a instalação, são necessárias de três a quatro assinaturas. A iniciativa surge como uma resposta política imediata e visa colocar os contratos firmados pelo Governo Ramon Gidalte (PL) e Marquinho da Vaca Mecânica (PL) sob a lupa do Poder Legislativo, alterando a rotina e o cenário político da cidade. A movimentação ganhou força após os desdobramentos da operação do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ), que determinou o bloqueio judicial de até R$ 270 milhões em bens e contas de suspeitos.
A vereadora Rosimery já declarou em tribuna que não aprova a postura da gestão e reforçou a necessidade urgente de abertura da investigação parlamentar diante das graves denúncias. “Está acontecendo o escárnio. Vim aqui para sugerir a todos que possamos abrir uma CPI. Vamos abrir, pode contar com meu voto favorável. Esta Casa aqui tem que cumprir o seu papel de fiscalização e observar o que está acontecendo no município”, cobrou a parlamentar. Unindo forças, Lelei e Rosimery intensificaram a corrida nos bastidores para recolher as assinaturas necessárias para o protocolo do requerimento. O objetivo declarado é abrir a caixa-preta dos aditivos e concorrências públicas da prefeitura.

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