Vereador Lelei da Marmoraria Renata Cristiane
Crise em Casimiro: Lelei da Marmoraria faz duros questionamentos sobre governo de Ramon Gidalte
Parlamentar criticou mudanças no IPREV, comentou investigações na Educação e cobrou explicações sobre declarações atribuídas ao prefeito
CASIMIRO DE ABREU - A gestão do prefeito Ramon Gidalte voltou ao centro do debate político em Casimiro de Abreu após uma série de críticas feitas pelo vereador Lelei da Marmoraria (CID), durante entrevista ao programa Renata Cristiane Online, nesta quarta-feira (4).
O parlamentar abordou temas que têm gerado repercussão no município, como mudanças no Instituto de Previdência (IPREV), investigações envolvendo a Secretaria de Educação, decisões administrativas e questionamentos sobre a condução da máquina pública.
Um dos pontos mais polêmicos da entrevista foi uma declaração atribuída ao prefeito, na qual ele teria afirmado que não conseguia realizar entregas porque teria “gastado muito dinheiro na campanha”. O assunto foi colocado em debate durante o programa, com questionamentos sobre a necessidade de esclarecimentos e eventual apuração pelos órgãos competentes. Lelei afirmou que o vídeo com a fala existe e defendeu que o caso seja investigado.
Outro embate citado pelo vereador envolve o IPREV. Lelei criticou a aprovação de mudanças nas regras de aposentadoria dos servidores municipais, que elevaram em cinco anos a idade para homens e mulheres. Segundo ele, o instituto possui equilíbrio financeiro e a alteração deveria ter passado por mais discussão antes da votação na Câmara.
O vereador comentou a operação do GAECO que envolveu a secretaria de Agricultura e fez questionamentos sobre a condução da pasta e a influência de empresários nas decisões municipais. Durante a entrevista, as declarações foram apresentadas como críticas políticas e pedidos de esclarecimento, sem apresentação de provas sobre as acusações mencionadas.
Lelei ainda levantou questionamentos sobre a destinação de uma área pública para um empreendimento privado. Segundo o parlamentar, o espaço teria deixado de ser utilizado para a construção de uma praça e passado para outra finalidade sem processo de licitação ou chamamento público, defendendo que a situação seja analisada.
As declarações ampliam o ambiente de tensão política em Casimiro de Abreu e colocam novamente a gestão Ramon Gidalte diante de uma série de cobranças por transparência e explicações sobre decisões administrativas.

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