
Como já noticiado, muitas canções vêm sendo utilizadas em hospitais para animar equipes médicas, até mesmo como forma terapêutica na recuperação dos pacientes e para festejar a recuperação. “A música, assim como a arte, se mostrou uma companheira e tanto nesse momento tão delicado pelo qual estamos passando hoje. Tivemos a ideia de fazer essa deferência a todos os profissionais da saúde, que vêm cumprindo com afeto e maestria o exercício da medicina, e nisso incluímos desde o motorista da ambulância ao instrumentista, equipes de limpeza, passando pelos anestesistas, enfermeiras e médicos”, afirma Calainho.
Nando Reis, ídolo pop nacional, aceitou o convite de prontidão. Veio então a ideia de fazer uma parceria com uma cantora da nova geração para o dueto. A representante escolhida foi a cantora e compositora Ana Vilela, que a tanta gente tem emocionado e proporcionado até mesmo a regravação de um dos maiores sucessos dos últimos tempos, a música “Trem Bala”. Foi promovido assim esse encontro - de um homem e de uma mulher - que tem ainda mostrado voz na luta pela diversidade, prontos e dispostos para emocionar mais uma vez e mostrar a importância da música nesse momento.
“A saúde não é um bem que pertence a uma única pessoa. E esses profissionais são fundamentais para a própria sobrevivência de uma sociedade. Tem um valor social”, afirma Nando, que se autointitula como um fazedor de discos. E acrescenta: “Sei que a volta à normalidade ainda vai demorar, então, aproveito um momento como esse, de poder gravar uma música, para matar a saudade.” Ana acrescenta: “Estou muito feliz pelo significado que a música tem, com quem estou cantando, sou muito fã do Nando. É um momento muito especial pra mim. Precisamos agradecer essas pessoas, são o que hoje chamo mais próximo de heróis.”
A canção gravada por Ana e Nando e composta por Gabriel Moura é de uma sensibilidade digna mesmo do currículo do compositor, que tem mais de 450 músicas gravadas, dezenas delas pelo ídolo pop Seu Jorge.












