Bandinha animou crianças e adultos nesta segunda-feira (16)Érica Martin / Agência O Dia

Fantasiadas, com confete no ar e bolhas de sabão espalhadas no ar, famílias com suas crianças enchem, nesta segunda-feira (16), o Largo do Machado, no Catete, na Zona Sul, para acompanhar o bloco Largo do Machadinho, Mas Não Largo do Suquinho. A folia, voltada para o público infantil, reuniu pais, filhos, avós e responsáveis em um ambiente de diversão e segurança
O bloco, que já faz parte do calendário de muitos foliões mirins, atraiu famílias que chegaram cedo para garantir espaço e aproveitar a programação. Fantasiadas de super-heróis, personagens e figuras coloridas, as crianças se divertiram ao som da bandinha, com direito a confete, bolhas de sabão e muita dança.

A tatuadora Ana Vicente, de 37 anos, levou o filho Vicente, fantasiado de Flash, e contou que já participa do bloco há alguns anos. "É muito família. Tem avó, avô, pai, todo mundo junto. É o bloco mais falado entre as crianças, a gente já se programa o ano inteiro”, disse. Ela também destacou a sensação de segurança. "Estou achando mais tranquilo do que o ano passado, tem mais criança do que adulto e bastante policiamento."

Para a analista de sistemas Fernanda Magalhães, de 45 anos, o bloco é um dos poucos em que ela se sente à vontade para levar a família. "É bem familiar e seguro. Trago meus filhos desde que a mais velha era bebê, já tem uns cinco anos", contou. Segundo ela, enquanto as crianças aproveitam as brincadeiras, os pais também conseguem relaxar. "Eles brincam, se cansam, e a gente aproveita para conversar, encontrar os amigos."
Ao longo da manhã, a praça seguiu cheia, com crianças brincando, dançando ao som da bandinha e se refrescando entre uma música e outra, enquanto os responsáveis acompanhavam atentos. Entre fantasias coloridas e rodas de amigos, o Largo do Machadinho confirmou o clima de carnaval pensado para os pequenos, reunindo gerações em uma folia tranquila no coração da Zona Sul.
Reportagem de Guilherme Domingues, com supervisão de Adriano Araújo. Colaborou Érica Martin