A youtuber Bel Peres, conhecida pelo canal Bel para MeninasReprodução/Instagram
“Eu recebi um e-mail. Achei que fosse falso, mas não era. O canal foi removido. Não sei até onde essa perseguição vai continuar, porque estava tudo bem. Não havia nenhum conteúdo inadequado”, desabafou.
Bel destacou que a exclusão representa mais do que a perda de um espaço digital. Para ela, o canal reunia memórias de sua infância e adolescência. “Nunca fui sexualizada. Nunca usei roupas curtas, nunca falei nada impróprio. Sempre produzi conteúdos adequados para minha idade. Eu cresci diante das câmeras como uma criança e adolescente normal”, reforçou.
A jovem também lembrou que essa não é a primeira vez que perde uma rede social. Em 2020, seu perfil no TikTok, que somava 1,3 milhão de seguidores, também foi banido.
Protesto em São Paulo
Inconformada, Bel convocou seus fãs para um ato de protesto nesta sexta-feira (29), na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo, contra a decisão do YouTube. Em vídeo publicado no Instagram, ela aparece vestindo camiseta e boné estampados com as frases “Salve Bel para Meninas (real)” e “#Justiça”. Nas mãos, exibia um cartaz pedindo: “YouTube, não apague a nossa história”.
A exclusão ocorreu no dia 20 de agosto, quando o YouTube deletou diversos canais brasileiros acusados de violar as políticas de segurança infantil da plataforma. Entre eles, o de Bel. A influenciadora, no entanto, contesta a justificativa e promete continuar lutando para recuperar o espaço que construiu ao longo de mais de uma década.





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