Fernanda Stroschein, Yarin e MC GuimêReprodução / Instagram
Filha de MC Guimê e Fernanda Stroschein é diagnosticada com APLV
Bebê apresentou manchas avermelhadas na pele e cólicas
Rio - O cantor MC Guimê informou, nesta terça-feira (6), que a filha Yarin, com menos de um mês de vida, recebeu o diagnóstico de Alergia à Proteína do Leite de Vaca (APLV).
Ao lado da noiva, Fernanda Stroschein, o artista relatou em suas redes sociais que a bebê apresentou irritação, manchas avermelhadas na pele, cólicas e presença de sangue nas fezes nos últimos dias. "A gente ficou muito preopupado", afirmou o artista. Com isso, a família buscou auxílio médico e a alimentação da criança foi adaptada para uma fórmula específica para lactentes com APLV.
"Mesmo com esse diagnóstico, que não foi bacana para a gente, que a gente teve que mudar algumas questões e tomar o dobro de cuidado, graças a Deus, a nossa neném apresenta muita melhora, está muito em paz, está bem, está se alimentando bem, pegou bem a nova fórmula, está sorrindo", destacou.
Em outro vídeo, a pediatra Liliian Zaboto explicou mais sobre o quadro da bebê. "A Yarin começou com muita cólica, fezes em jato e muco nas fezes e, para fechar o diagnóstico, infelizmente, ela apresentou sangue nas fezes e aí eles [os pais] me ligaram e me avisaram (...) O sangue é diagnóstico da Alergia à Proteína do Leite de Vaca. E o que nós fizemos? Uma amamentação mista. A Fernanda fez a dieta, retirou da sua alimentação tudo que tenha leite e derivados, e nós entramos com a fórmula própria para isso, que é uma fórmula de aminoácidos, ela não tem a proteína do leite de vaca. E a Yarin, desde então, vem muito bem (...), evacua normal e está ganhando 43 gramas por dia", explicou.
A APLV ocorre quando o sistema imunológico identifica as proteínas do leite de vaca como substâncias nocivas, gerando uma resposta inflamatória no organismo. Diferente da intolerância à lactose, que é a dificuldade de digerir o açúcar do leite e raramente afeta crianças menores de 5 anos, a APLV é uma reação imunológica comum no primeiro ano de vida. Estimativas apontam que 50% dos pacientes superam a alergia após um ano de tratamento.




