Marcos OliveiraReprodução / Youtube

Rio - O ator Marcos Oliveira, eternizado como o Beiçola de "A Grande Família", voltou aos holofotes ao comentar, sem filtros, episódios de sua vida íntima. Em entrevista ao podcast "Papagaio Falante", ele relembrou experiências da juventude e fez reflexões sobre comportamento e exposição nos dias atuais.
Durante a conversa com Sérgio Mallandro e Renato Rabelo, o ator adotou um tom bem-humorado ao falar sobre o passado. “Já dei muito, graças a Deus. Dei e recebi da mesma forma”, disse, ao abordar sua vivência sexual.
Oliveira também citou episódios que classificou como “travessuras”, com destaque para experiências em grupo. “Fui muito levado, fiz muitas travessuras, a 300 quilômetros por hora, cara. Fiz ménage à trois (sexo a três), ménage à quatre (a quatro), a sete... sete pessoas, homem, mulher..”, revelou.
Na avaliação do artista, o comportamento social mudou ao longo dos anos. Ele defende que, no passado, havia mais espontaneidade nas relações. “Não tinha tempo ruim, porque hoje em dia... risos o mundo encaretou. Tenho muitos riscos hoje em dia. As pessoas eram mais leves, então pintava um lance, acontecia e acabava”, afirmou.
O ator ainda comentou o impacto das redes sociais na intimidade. “Hoje, se pintou o lance e você fizer, está no dia seguinte no Instagram de não sei quem. Instagram, câmeras... se você ajoelhar e rezar o Pai-Nosso, vão achar que você está fazendo outra coisa”, ironizou.
Ao final, Marcos Oliveira trouxe um relato mais delicado ao mencionar questões de saúde que interferem em sua vida sexual. “Meu mundo caiu, estou com problema aqui embaixo, com fístula, ainda com colostomia; às vezes dói. Nesta vida, não vai mais”, contou.
Apesar das limitações físicas, ele ressaltou que o desejo segue presente. “Sexo faz parte da vida. É como comer, beber, viver, porque mistura sexualidade com afetividade. Claro que não vou fazer sexo com quem me odeia ou com quem eu odeio, mas, na base do sexo, pode acontecer tudo, ali você expõe sua persona. Tesão, a gente nunca perde. A coisa fica na cabeça, mas o físico não acontece”, concluiu.