Maíra Cardi gera controvérsia com fala sobre uniformes de colaboradores Reprodução/Tik Tok

Rio – A influenciadora Maíra Cardi, de 42 anos, contou em vídeo publicado nas redes sociais, nesta última segunda-feira (29), que não gosta dos modelos tradicionais de uniformes utilizados por funcionários. Ela explicou que certas peças não valorizam o profissional.

"Vamos falar sobre um assunto relativamente polêmico. Vou colocar o celular aqui, que assim escovo o meu dente e lavo o rosto e tudo mais. Eu, por exemplo, nunca gostei desses uniformezinhos de funcionário, seja de dentro de casa, de babá... Eu não gosto. Acho ruim, feio, acho que a pessoa precisa se sentir bem, precisa se sentir confortável", afirmou.

Maíra falou que dá preferência a roupas de alta qualidade, apesar de padronizadas, pois acredita que estas impactam positivamente na atuação de seus colaboradores. "No meu escritório, por exemplo, comprei como se fossem uns paletós, uns blazers, para as mulheres que fazem meus eventos, que trabalham comigo, que são umas coisas chiquérrimas, tipo Chanel, nível alto. Igualzinho de rainha, de princesa".

Cardi destaca que acha importante que não tenha diferença entre a posição dela e dos funcionários que trabalham para ela. "Eu quero que essa pessoa se sinta no mesmo nível que a gente. Tanto que eu compro para as pessoas na mesma loja que eu compro para mim. Não tem diferença".

Os comentários da influenciadora causaram controvérsia entre seus seguidores. Alguns concordaram com Maíra: “O ‘uniforme’ não precisa ser aqueles de novela, pode ser exatamente isso aí que você disse! Sim eles estão de uniforme, e isso traz segurança e organização para eles, que evitam de gastar as próprias roupas”, comentou uma internauta.

Outros, discordaram, “Prefiro trabalhar usando uniforme. Já trabalhei em uma empresa que não fornecia e era bem ruim, porque tinha dias em que a gente não sabia o que vestir”, e ressaltaram a praticidade do uniforme, “Uniforme para trabalhar é vida, fica mais bonito, fica formal, e sem contar que economiza as roupas pra gente sair e tal”.
*Reportagem da estagiária Isabela Bitencourt, sob supervisão de Letícia Montrezor