Black Pantera agita o Palco Sunset do Rock in Rio 2026 com heavy metalDaniel Pinheiro/BrazilNews
Com a canção "Fogo nos Racistas", o vocalista Charles Gama convidou o público a se jogar em uma roda punk. "É o poder da música, crlh*. Satisfação, Rock in Rio", disse o cantor, que também pediu o fim da escala 6x1. A banda ainda apresentou faixas como "Padrão É o C****" e "Tradução".
Black Pantera recebeu o Nervosa ao som de "Serotonina". Em seguida, Charles pediu a abertura de rodas punk femininas.
As duas bandas ainda homenagearam Rita Lee com o sucesso "Obrigado Não". "Viva Rita", gritou Charles.
Ao fim da apresentação, o vocalista agradeceu ao público e reforçou as mensagens defendidas no show. "Muito obrigado. É sobre isso. Viva o underground nacional, vivam as mulheres brasileiras. Apoiem seus amigos, a ancestralidade, representatividade. Sejam antirracistas, sejam contra qualquer tipo de discriminação."
Vocalista do Nervosa, Prika Amaral retribuiu: "Obrigada".
Hilton Moreira, que completa 44 anos neste sábado, reuniu um grupo de amigos para comemorar a data no Rock in Rio. Após o show do Black Pantera, eles cantaram parabéns. "Está sendo muito bom. Foi o melhor show. Entrei na rodinha e tudo. Comemorar o aniversário no Rock in Rio é tudo de bom. Já venho desde os anos 2000", disse.
Débora Martins, de 23 anos, não poupou elogios aos artistas. "Os caras conseguem controlar a gente como ninguém, sabe? Tipo assim, botar ordem nessa p***", disse a estudante, que também se jogou na roda punk.
Flávia Terra, de 53 anos, participou da roda, mas caiu e ralou o joelho. O incidente, no entanto, não estragou a primeira experiência da auxiliar administrativa no festival. "Achei legal. O cara que me empurrou pediu desculpa, foi sem querer. Mas eu achei legal que a rapaziada toda juntou em cima, me protegeu e me levantou. A primeira vez no Rock in Rio e eu estou feliz com isso daqui. A marca de guerra."









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