Priscila Nocetti e Rômulo Costa prestigiam o segundo dia do Rock in Rio Rodrigo T. Ribeiro / Agência O DIA
Priscila contou que a agenda de bailes deu uma pequena trégua para que os dois pudessem curtir o festival. "Tivemos uma folguinha na nossa agenda de bailes, essa loucura toda, e viemos a convite da SES Eventos. A gente ficou muito feliz. Todo ano estamos aqui em todos os dias, porque somos bem ecléticos. Claro, trabalhamos com funk, mas a gente sempre valoriza todos os shows que rolam no Rio de Janeiro, e hoje não foi diferente", afirmou.
Entre as atrações, Rômulo tinha um motivo especial para estar presente: o Sepultura. "Vim curtir o Sepultura. É um grupo brasileiro, sucesso mundial, né? Então, vim para reverenciar essa rapaziada”, disse. Questionado sobre uma música favorita da banda, ele explicou que não tem uma faixa específica, mas prefere a sonoridade do grupo. “Não é uma específica, não é um repertório… É mais a batida."
Sobre a mistura entre o funk e o rock pesado, Priscila destacou que os públicos pertencem a tribos diferentes, mas que ambos os gêneros têm sua importância cultural. "Eu acho que tem uma diferença muito grande, né? Roqueiro é roqueiro, funkeiro é funkeiro. São tribos diferentes, né? Mas é cultura. É muito importante a gente curtir tudo isso, saber por que as pessoas gostam do rock, por que as pessoas gostam do funk."
Para o casal, frequentar festivais de diferentes estilos também é uma forma de observar tendências e buscar novidades para o trabalho desenvolvido pela Furacão 2000. "O segredo é que a gente sempre vem ver o que está acontecendo nos grandes eventos, para poder levar para o nosso público também um pouquinho do que é um festival, um grande festival", explicou Rômulo.
Priscila completou destacando que essa busca por novas referências ultrapassa as fronteiras do Brasil. "Então, todos os eventos, até quando a gente viaja para fora do Brasil, a gente gosta de conhecer, de curtir, para trazer sempre alguma novidade para o repertório da Furacão 2000."