Daniel de Oliveira interpreta Alaorzinho em ’Coração Acelerado’Globo/ Manoella Mello
Estou matando a saudade porque estava fazendo falta e eu redescobri essa paixão pela novela. Você acaba criando uma truque e vai com ela durante nove meses. Eu fui muito feliz fazendo 'Cabocla' (2004), tenho uma lembrança muito boa e era muito aconchegante. Nessa novela está se repetindo e sendo muito gostoso. Foi maravilhoso encontrar esse personagem, que têm algumas coisas de humor, e eu queria pegar um pouco dessa parte também.
Os atores, a produção, os diretores...a gente se entende. Esse contato ser humano para ser humano não se modifica e esse lugar gostoso que a Globo oferece pra gente.
É antiga, na verdade. Meus avós tinha um sítio em Pompéu, no interior de Minas Gerais, e eu ouvia Trio Parada Dura, Milionário e José Rico e todos esse modões das antigas. Agora estou retornando para o sertanejo.
Ele perde o grande amor nessa história porque é machista e não permite que ela cante. Ela vai embora e quem casa com o personagem é a irmã, Zilá, que sempre gostou dele. Tem um casamento irregular porque não tem tanto amor assim, mas são vinte anos e eles criam esse lugar. Mas com a volta de Janete esse casamento é abalado.
Como demorou muito para lançar, estava todo mundo ansioso e perguntando 'quando vai vir?'. Passou muito tempo de tudo, entre filmar e acontecer foram quase três. O Idálio Bandeiro (seu personagem na trama) veio com sangue no olho. O cara era um terror.
De vez em quando eu dou uns perdidos e isso é bom. Na parte de atuação eu trabalhei com o Jorge Furtado em um longa-metragem chamado "Muito Prazer", se bobear vai estrear esse ano, fiz um filme lá no Sul, fiz a história do Lars Grael com o Marcos Guttmann na direção, então foi muito forte porque o personagem é um medalhista olímpico e campeão mundial. Ele teve aquele quase trágico acidente, mas foi dramático e ainda bem que ele sobreviveu. Paralelo a isso, eu abri um bar em Belo Horizonte que é o 'Território do Galo', em frente ao estádio do Atlético Mineiro.


